Mas o que acontece com aqueles que deveriam estar trabalhando em prol do todo? Mais uma vez a pergunta fica no ar, no dia 25 de maio de 2010, em um seminário sobre os instrumentos técnicos – jurídicos para controle da cidade para que esta seja, ao menos no papel, justa, a representação do executivo municipal, praticamente eximiu de culpa o Executivo, posição reiterada pelo representante da OAB, com a argumentação de que o “tal plano diretor Participativo não tinha aplicabilidade por uma simples questão de falta de interesse da população em geral”. Convenhamos isso é historia pra boi dormir, a situação é bem mais complexa que isso, esbarramos em questões politiqueiras e econômicas, alem do mais se há desconhecimento a culpa é sim daqueles que deveriam gritar aos quatro ventos sobre este importante instrumento de organização e desenvolvimento de nossa cidade, mas como ele versa sobre os direitos dos citadinos, e principalmente de como se pode dar o direito a cidade aos menos favorecidos, “é melhor manter isso em segredo. G4

Por Wandemberg Almeida Gomes, Academico de Arquitetura e Urbanismo da UNIFAP